Se escute, mas, aprenda a fazer isso.

É bem comum o sujeito reclamar do quanto está ansioso ou cheio de desesperanças.
Mas, quais necessidades suas não estão sendo atendidas neste momento?
Necessidades? Que necessidades? Como?
Todos nós temos necessidades, desde as básicas como abrigo, água, ar, comida, saúde, toque, até as necessidades de proteção, descanso, entendimento, compaixão, autonomia, diversão, dentre tantas outras.
No entanto, estamos tão acostumados a vivermos em um cotidiano tão apressados que só conseguimos nos darmos conta das necessidades básicas, negligenciando necessidades tão importantes como o AMOR.
Sim, o amor é uma necessidade. E necessitamos dela como necessitamos de água para vivermos.
Mas o confundimos com sentimento, posse, exigência ou algo semelhante e nos enveredamos por caminhos conflituoso, relacionamentos baseados na troca onde nos sentimos sugados, julgados e menos, menos amados. Então, obviamente com esta necessidade não atendida o que vem a seguir é um combo de angustia + Ansiedade + Inquietação e como não somos acostumados a pararmos para nos ouvirmos, isso não nos foi ensinado, vamos seguindo, “resmungando” e ruminando até que os primeiros sintomas físicos apareçam em nossos corpos e então um médico será acionado para que possa vir um diagnóstico com uma receitinha que promete milagre…quando na verdade o milagre mesmo seria nos ouvirmos.

🙁
cuide-se bem!
Se escute
Descubra suas necessidades. afetos da semana
afetos da semana

25nov 2015

“O amor olha para frente, o ódio olha para trás, a ansiedade tem olhos por toda a cabeça” (McLaughlin, 1915) O mundo chega a um ápice de sua história onde a tolerância, a calma  e a paciência são palavras totalmente esquecidas, não cabem no dia a dia de um povo que preza pela urgência e rapidez pensar sobre […]

25nov 2015

Estaria o ser humano fadado a um transtorno ansioso no meio de tanto caos ou existe uma forma de não cair nas armadilhas da mente e ter uma vida saudável e produtiva? Com estes questionamentos encerramos nosso bate papo no post anterior. Hoje precisamos refletir sobre qual é nossa contribuição consciente ou inconsciente  na construção […]

25nov 2015

Nos dois primeiros post, falamos e pensamos sobre o mal do atual século: A ansiedade. Como esta se forma e permanece em nosso cotidiano atrapalhando muitas vezes o desenvolvimento de nossas atividades. A pergunta era bem clara, ansiedade para que te quero?  Aprendemos nessas nossas conversas que existe uma diferenciação entre a ansiedade normal e […]

04fev 2017

Umas das coisas mais importante que o sujeito pode fazer a si mesmo é perdoar-se. Não porque ele não tenha responsabilidades por coisas que lhe aconteceram no passado, mas porque este já não pode ser alterado e por mais que a situação não tenha sido boa e impossível que a responsabilidade tenha sido só sua. […]

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