Estaria o ser humano fadado a um transtorno ansioso no meio de tanto caos ou existe uma forma de não cair nas armadilhas da mente e ter uma vida saudável e produtiva? Com estes questionamentos encerramos nosso bate papo no post anterior. Hoje precisamos refletir sobre qual é nossa contribuição consciente ou inconsciente  na construção dessa ansiedade e de  sua permanência.

Ora, nossa mente é um grande banco de dados onde diversas informações são armazenadas diariamente desde a nossa mais tenra infância.  Situações como rejeições, contrariedades, medos, frustrações, perdas, publicidade gritante que se propõe a vender uma felicidade incomparável, tudo se acumula nesse gigantesco arquivo chamado memória e aos poucos como se fossem transportadas dos bastidores para um palco, uma a uma essas informações tornam-se pensamentos que criam  sentimentos e comportamentos nas mais diversas situações cotidianas.

grafico-ansiedade-1

Portanto, dependendo da forma como pensamos as situações  podemos permanecer ou não no caos de uma ansiedade patológica.

Imaginemos uma pessoa que durante sua vida foi muito criticado(a), teve alguns desempenhos avaliados negativamente, e então de posse destas informações do seu arquivo desenvolveu uma crença de inadequado(a). Essa pessoa é convidada a fazer uma fala de 10 minutos para alguns colegas, o que ocorre?

grafico-ansiedade-2

Ocorre o inevitável, este está preso na masmorra criada pelos acontecimentos de sua vida, transportado para a situação atual.  Segundo  Augusto Cury “Os piores cárceres, as piores masmorras, as mais apertadas algemas podem estar dentro de cada um nós’.

No entanto, não precisamos ficar presos. È possível sim termos uma melhor qualidade de vida.

E você mesmo é capaz de fazer isso aí na sua casa. Quer saber como? – No próximo post, você saberá essa e outras respostas.

Até lá e acalmemos mais ainda a nossa mente! – Porque  viver é muito bom e viver com saúde mental é melhor ainda.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *